Está aberto o processo da segunda rodada da Choosing Wisely Brasil MFC

 

Está aberto o processo da segunda rodada da Choosing Wisely Brasil MFC 16/10/2017
A SBMFC abre para sugestão de novos  temas dentre os quais serão escolhidos mais cinco itens que constarão na iniciativa “Choosing Wisely Brasil – Lista da SBMFC”. O prazo para sugestão é 27 de outubro e a votação terá início durante o 14º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, CBMFC 2017, em Curitiba, entre 2 e 5 de novembro. As sugestões podem ser feitas pelo link: https://goo.gl/vZFaov.

“Esperamos que esta iniciativa contagie ainda mais o espirito científico do médico de família e comunidade”, explica Gustavo Gusso, diretor de Publicações da SBMFC e responsável pela iniciativa na Sociedade. Para conhecer nossos TOP 5 escolhidos em votação anterior e já vigentes, acesse: https://goo.gl/GHJsu5.

Fonte: Reproduzido do site da SBMFC. Acesso em: http://www.sbmfc.org.br/default.asp?site_Acao=MostraPagina&PaginaId=11&mNoti_Acao=mostraNoticia&noticiaId=1193

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ANAIS DO CONGRESSO CAPIXABA DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE ESTÃO PUBLICADOS ON LINE

Parabéns ao Diretor Científico da Associação Capixaba de Medicina de Família e Comunidade – ACMFC e Presidente da Comissão Científica do I Congresso Capixaba de MFC , Dr LEONARDO FERREIRA FONTENELLE pelo excelente trabalho.

Agora quem apresentou trabalho no I Congresso Capixaba de MFC  pode localizar e baixar por este link AQUI

Pode ainda copiar o endereço abaixo no seu navegador ou clique na imagem ao final desta postagem:

http://ojs.acmfccapixaba.org.br/index.php/accmfc/index

 

Saúde Móvel: novas perspectivas para a oferta de serviços em saúde (ARTIGO)

 Saúde Móvel: novas perspectivas para a oferta de serviços em saúde (ARTIGO)

FONTE: Rede de pesquisa em atenção primária à saúde – http://rededepesquisaaps.org.br/

Resumo:

Objetivo: revisar e discutir as novas perspectivas para a oferta de serviços em saúde decorrentes do desenvolvimento  da saúde móvel e dos dispositivos vestíveis inteligentes.

Métodos: foi realizada revisão não sistemática da literatura para identificar artigos completos, cujos títulos destacassem o termo ‘mHealth’ e/ou ‘Smart wearable’, publicados nos últimos 15 anos. Resultados: foram identificadas 467 publicações em periódicos indexados ao portal da Capes, 75 delas levadas em consideração pela análise; foram consolidadas evidências quanto às novas possibilidades decorrentes da disseminação da saúde móvel, aglutinadas segundo as categorias ‘monitoramento de condições de saúde’, ‘transmissão de informações e análises de dados’ e ‘diagnóstico e terapêutica’.

Conclusão: os trabalhos revisados sugerem que a oferta de serviços de saúde sofrerá alterações ao longo dos próximos anos, no que tange às categorias analisadas, o que exigirá um esforço de adaptação por parte dos profissionais de saúde, acadêmicos e usuários.

Autores: Thiago Augusto Hernandes Rocha1, Luiz Augusto Fachini2, Elaine Thumé2, Núbia Cristina da Silva3 Allan Claudius Queiroz Barbosa1, Maria do Carmo1,Júnia Marçal Rodrigues1

Leia artigo – artigo12_04_2016

CONFERENCIA NACIONAL DE SAÚDE (01-04/12/15): Diretrizes Aprovadas nos Grupos de Trabalho ou na Plenária Final

CNS Relatório Final Imagem

 

Acesse o documento na íntegra em PDF: CNS Relatório Final

Atentem ao Eixo 3 (página 4) – Valorização do Trabalho e da Educação em Saúde, afinal estamos na Década de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde !

Novembro Azul Chegando… Antes de se engajar, Informe-se adequadamente lendo o posicionamento da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

Novembro Azul Chegando… Informe-se adequadamente antes de se engajar lendo o posicionamento da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade – SBMFC, vejam um fragmento:

“…Os estudos que levaram a essas recomendações acompanharam milhares de homens por mais de dez anos, e mostraram que fazer PSA com ou sem toque retal não diminui a mortalidade geral dos homens, e muda muito pouco a mortalidade específica por câncer de próstata. ”

Para ler o texto completo:

Clique AQUI ou no título abaixo

Novembro Azul Posicionamento da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

Ou ainda, copie o link a seguir no seu navegador: http://sbmfc.org.br/media/Novembro%20Azul.pdf

Agora virou livro ! Currículo baseado em competencias para Medicina de Família e Comunidade

A mensagem abaixo foi reproduzida da Rede de pesquisa em Atenção primária à Saúde.

 

 

A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade organizou a publicação Currículo Baseado em Competências para MFC. No próximo ano,  a sociedade comemora 40 anos da instituição dos três primeiros programas de residência em Medicina de Família e Comunidade (MFC) no país, dois deles ainda ativos até os dias atuais (Centro de Saúde Escola Murialdo e Serviço de Medicina Integral da UERJ). Nessas quase quatro décadas, muito se evoluiu no campo da Atenção Primária no país, incluindo o que diz respeito à formação médica, onde o aprimoramento da qualidade dos profissionais que atuam na área tem se mostrado primordial para a melhoria dos resultados em nosso sistema de saúde.

Visando contribuir na qualificação do processo formativo dos profissionais atuantes na Atenção Primária à Saúde (APS), a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) entende o fortalecimento dos programas de residência na especialidade como uma estratégia estruturante para todo o sistema de saúde. Hoje o país conta com mais de 100 programas de residência em MFC que disponibilizam em torno de 1600 vagas de residência a cada ano. Nesse sentido a publicação de diretrizes que visem homogeneizar a formação ofertada é tida como algo essencial para a garantia da qualidade dos egressos. Baseando-se nas melhores experiências internacionais quanto à formação de especialistas em MFC, e buscando dar resposta às necessidades dos nossos programas de residência, a SBMFC traz ao público este Currículo Baseado em Competências para Medicina de Família e Comunidade que é fruto de um trabalho de um ano com a participação de dezenas de especialistas com experiência no tema no Brasil e no exterior. Este produto busca servir de guia para os programas de residência na especialidade no país, assim como nos futuros processos de certificação de especialistas realizados por esta sociedade médica. Ele pode e deve ser relativizado para a realidade local e não há restrição quanto a sua utilização para a elaboração de currículos complementares a serem adotados por cada programa de residência, se assim se fizer necessário.

Confira a publicação clicando em Curriculo Baseado em Competencias

Como opção clique AQUI ou copie o link a seguir no seu navegador: http://www.rededepesquisaaps.org.br/wp-content/uploads/2015/04/Curriculo-Baseado-em-Competencias.pdf

 

Como informação complementar, ao menos 3 colaboradores Capixabas participaram do processo e são devidamente identificados no Livro:

Leonardo Ferreira Fontenelle; Marcello D.B. Dalla (Especialistas participantes da revisão de conteúdo no formato Delphi) e Héctor Yuri Conti Wanderley (Colaborador através de Consulta Pública).

 

Ex-diretor do DSM, a ‘bíblia’ da psiquiatria, admite: “Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais”

Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.

Leia um fragmento da entrevista publicada no site PSIBR (http://psibr.com.br/) :

Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?

Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.

P. Seremos todos considerados doentes mentais?

R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.

 

Clique AQUI ou copie o link a seguir no seu navegador : http://psibr.com.br/noticias/ex-coordenador-do-dsm-sobre-a-biblia-da-psiquiatria-transformamos-problemas-cotidianos-em-transtornos-mentais