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*Vejam o exemplo de ​Sinop, MT:*

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Brasileiro ganha mais importante prêmio científico do Canadá

Estudo de Cesar Victora foi o 1º a mostrar que amamentação exclusiva ajuda a reduzir mortes de bebês e alterou a recomendação sobre alimentação infantil (FONTE: ESTADÃO SAÚDE)

BRASÍLIA – O professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Cesar Victora, de 65 anos, está entre os sete cientistas que receberam nesta terça-feira, 28, a mais importante premiação científica do Canadá, o Prêmio Gairdner. Ganhadores desse título são considerados como potenciais candidatos à indicação para o Prêmio Nobel.

Victora recebeu o prêmio na categoria Saúde Global, concedido àqueles que, com seus achados em pesquisas, contribuem de forma positiva para a saúde de países em desenvolvimento.

O título foi concedido a Victora em reconhecimento ao conjunto de estudos sobre amamentação e nutrição materno-infantil. O pesquisador brasileiro liderou uma pesquisa, iniciada na década de 1980, considerada um divisor de águas na área de alimentação infantil.

O trabalho foi o primeiro a mostrar que a amamentação exclusiva (sem oferta de águas ou chás para bebês) ajudava a reduzir a morte dos bebês no primeiro período da vida. De acordo com estudo, o aleitamento exclusivo até seis meses reduzia em 14 vezes o risco de morte por diarreia e em 3,6 vezes o risco de morte infantil por doenças respiratórias.

A pesquisa, que mais tarde foi reaplicada em outros países, alterou totalmente a recomendação da alimentação infantil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a indicar que bebês nos primeiros meses de vida se alimentassem exclusivamente com leite materno.

Victora também liderou em 2006 um consórcio internacional que reuniu dados de 11 mil crianças, acompanhadas desde o nascimento até a vida adulta. O trabalho mostrou a importância dos primeiros mil dias na vida da criança: desde o útero até o 2º ano de vida.

A partir da análise, pesquisadores criaram o conceito de “janela de oportunidades”, indicando que as intervenções nessa fase são prioritárias. O professor também liderou estudos que indicaram, pela primeira vez, que a amamentação não está apenas relacionada à redução de mortalidade, mas à inteligência.

De acordo com o trabalho, crianças amamentadas até 2 anos apresentam maiores níveis de inteligência, escolaridade e renda. O anúncio da premiação foi realizado em uma cerimônia em Toronto, no Canadá.

http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,brasileiro-ganha-mais-importante-premio-cientifico-do-canada,70001717319?success=true

Por que é a Austrália um refúgio para os médicos do família?

O BMJ Careers (https://jobs.bmj.com/) publica periodicamente dicas de trabalho no mundo inteiro e este artigo fala do porque muitos GPs Britanicos vão trabalhar na Austrália e ficam em definitivo (More and more British GPs are moving to Australia… and staying)
Clique AQUI ou copie o link a seguir no seu navegador:
O artigo abre curiosamente com a foto abaixo, avaliem o texto por vocês mesmos, pois se trata de uma conceituada revista médica.
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Plataforma Força de Trabalho em Saúde

Plataforma Força de Trabalho em Saúde –Traz informações sobre a quantidade de profissionais e postos de trabalho ocupados, por estado, municípios e Regiões de Saúde, dentre outros dados. Site: http://rhsus.ufrn.br/site/

Esse portal traz informações imprescindíveis para planejamento das ações educativas em saúde. Há um link para informações sobre residencias: Clique AQUI ou copie o link a seguir no seu navegador: http://rhsus.ufrn.br/site/residencia.

Há consultas sobre várias especialidades. Veja sobre Medicina de Família e Comunidade AQUI ou copie o link a seguir no seu navegador: http://rhsus.ufrn.br/site/programaDetalhes?programa=MEDICINA+DE+FAMILIA+E+COMUNIDADE

Apesar dos dados serem de 2014, veja o print da tela abaixo, mostrando inclusive o mapa do Brasil indicando onde os residentes de MFC fizeram a graduação.

Residencia_portal_resolutiva

Saúde Móvel: novas perspectivas para a oferta de serviços em saúde (ARTIGO)

 Saúde Móvel: novas perspectivas para a oferta de serviços em saúde (ARTIGO)

FONTE: Rede de pesquisa em atenção primária à saúde – http://rededepesquisaaps.org.br/

Resumo:

Objetivo: revisar e discutir as novas perspectivas para a oferta de serviços em saúde decorrentes do desenvolvimento  da saúde móvel e dos dispositivos vestíveis inteligentes.

Métodos: foi realizada revisão não sistemática da literatura para identificar artigos completos, cujos títulos destacassem o termo ‘mHealth’ e/ou ‘Smart wearable’, publicados nos últimos 15 anos. Resultados: foram identificadas 467 publicações em periódicos indexados ao portal da Capes, 75 delas levadas em consideração pela análise; foram consolidadas evidências quanto às novas possibilidades decorrentes da disseminação da saúde móvel, aglutinadas segundo as categorias ‘monitoramento de condições de saúde’, ‘transmissão de informações e análises de dados’ e ‘diagnóstico e terapêutica’.

Conclusão: os trabalhos revisados sugerem que a oferta de serviços de saúde sofrerá alterações ao longo dos próximos anos, no que tange às categorias analisadas, o que exigirá um esforço de adaptação por parte dos profissionais de saúde, acadêmicos e usuários.

Autores: Thiago Augusto Hernandes Rocha1, Luiz Augusto Fachini2, Elaine Thumé2, Núbia Cristina da Silva3 Allan Claudius Queiroz Barbosa1, Maria do Carmo1,Júnia Marçal Rodrigues1

Leia artigo – artigo12_04_2016

Nota pública sobre suicídios – Esta merece ser viralizada

A Associação Capixaba de Medicina de Família e Comunidade – ACMFC reproduz em seu espaço a Nota Pública  sobre suicídios, que foi assinada por entidades de referencia Capixabas, nacionais e internacionais.

A nota segue por completo abaixo e caso queiram baixar a mesma em PDF clique no link a seguir: Nota_Pública_sobre_suicídio

Assista também aos vídeos do Telessaude-ES sobre o tema, clique AQUI ou AQUI  ou ainda, tente acessar pelos icones abaixo :

 

NOTA PÚBLICA SOBRE O SUICIDIO
As instituições abaixo relacionadas vem a público colaborar com a desmistificação do tema suicídio, ainda envolto em mistério, tabu e preconceito, o que contribui para uma grande falta de seriedade e adequação em lidar com o assunto. O comportamento suicida é frequentemente cercado por um véu de silêncio, dificultando a comunicação direta, impossibilitando a ajuda social e/ou profissional na prevenção e na recuperação de seus impasses, contribuindo para reforçar o enigma em torno do tema. Suicídio é um ato complexo não sendo resultante de um evento ou fator único, sendo, portanto, impossível atribuir uma causa ou um motivo específico para a sua ocorrência. Envolve diversos fatores, entre eles, a presença de sofrimento psicológico intenso, o que torna a detecção precoce do comportamento suicida, bem como, o seu tratamento adequado, grandes aliados na prevenção. As tentativas de suicídio são praticadas por pessoas que estão sob tensão, como expressão aguda de intensa dor emocional, que pode fazer com que o indivíduo acredite não ser capaz de suportá-la e de encontrar alternativas viáveis, julgando-a interminável. Possível busca de um alívio imediato, como forma de interromper um sofrimento atroz. De acordo com o senso comum, acredita-se que: “quem fala em se matar só quer chamar a atenção”; “quem quer se matar não avisa”; “quando a pessoa melhora, ou sobrevive após uma tentativa, está fora de risco”, “se conversarmos sobre suicídio estaremos incentivando uma pessoa a acabar com a própria vida”; “suicídio acontece apenas com um determinado tipo de pessoa”; “crianças e adolescentes não tentam suicídio”. Tais ideias, longe de explicarem adequadamente o suicídio ou o comportamento/intenção suicida, refletem a superficialidade do entendimento geral de nossa sociedade a respeito de questão tão complexa. O histórico de tentativas anteriores de suicídio e a presença de transtornos psiquiátricos são os principais fatores de risco. Outros fatores podem contribuir para elevar o risco ou indicar risco aumentado, como a presença de doença física crônica, limitante ou dolorosa ou de curso fatal, o uso nocivo de álcool e outras drogas lícitas ou ilícitas, problemas interpessoais, história familiar de suicídio e situações estressoras. Dentre estas, destacam-se perdas recentes significativas, como morte de entes queridos, divórcio, perda de emprego ou outras. A pessoa pode ter fatores de risco e não ter intenção suicida. O que faz diferença entre a decisão de vida ou de morte não é só a presença de fatores de risco, mas também a presença de fatores protetores, como suporte familiar e social, características de personalidade, acesso a serviços de ajuda, que podem fortalecer as estratégias de enfrentamento. O que NÃO fazer: ignorar a situação; fazer o problema parecer banal ou cômico; ficar chocado, envergonhado e/ou em pânico; desafiar a pessoa a continuar em frente; deixar a pessoa sozinha. O que FAZER: ouvir calmamente e com seriedade averiguando a existência de planos ou a ocorrência de tentativas; pedir ajuda a um profissional capacitado da área da saúde; remover os meios possíveis com os quais a pessoa possa se matar; identificar outras formas de dar apoio emocional e, em caso de emergência, levar a um hospital, pois a segurança deve ser resguardada acima de tudo. É preciso um contexto aberto e interessado ao acolhimento da pessoa em crise. A propagação de informações relacionadas à ocorrência de um suicídio deve ser conduzida com cuidado e responsabilidade, inclusive considerando o respeito devido aos familiares e sua perda, devendo a mídia seguir padrões sugeridos pela Associação Brasileira de Psiquiatria e pela Organização Mundial de Saúde, de maneira a que se estabeleça uma parceria fundamental para a prevenção, já que é sabido que a população de risco pode copiar comportamentos suicidas divulgados pela imprensa. Observa-se ainda, que existe a necessidade de sensibilização quanto ao tema nos setores público e privado de saúde, bem como, a atualização das políticas de saúde mental com relação à prevenção do suicídio para atender à demanda que vem sendo negligenciada. Caso você identifique algum sinal de risco, procure um profissional de saúde o mais rapidamente possível. Sua atitude pode salvar uma vida.
Assinam a presente Nota Pública:
 Conselho Regional de Psicologia da 16ª Região- ES (CRP16/ES)
 Associação de Terapia Familiar do Espírito Santo (ATEFES)
 Apoio a Perdas Irreparáveis (API)
 Núcleo de Estudos em Ciência e Espiritualidade da Universidade Federal do Espírito Santo (NECE/SAUESP/UFES)
 Centro de Estudos e Pesquisa em Epidemiologia Psiquiátrica da Universidade Federal do Espírito Santo (CEPEP/UFES)  Centro de Estudos de Psiquiatria do Espírito Santo (CEPES)
 Asociacíon de Suicidologia de Latinoamérica y el Caribe (ASULAC)

 

 

LIVRO: São e Salvo e Livre de Intervenções Médicas Desnecessárias

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20160606094459_Capa Gervas - Sao e Salvo_M

São e Salvo

E Livre de Intervenções Médicas Desnecessárias

Autor: Juan Gérvas; Mercedes Pérez Fernández

Editora: Artmed em parceria com a SBMFC

 

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